EXPRESSO SOFIA – 10 ANOS DE HISTÓRIA - O SOPRO DE DEUS E A AÇÃO HUMANA

O TESTEMUNHO DE UMA HISTÓRIA

Faz um tempo, recebi um vídeo de um Youtuber (Marcelo Germano – https://www.youtube.com/watch?v=9TmxK6yHefA) falando sobre empresas que vivem sob o Sopro de Deus.

Nesse vídeo ele disserta sobre as empresas irem à luta e se organizarem, terem metas e métodos e pararem de esperar sempre pelo Sopro de Deus.
Concordo até certo ponto com esse pensamento. Não dá para ficar parado esperando que tudo dê certo se a empresa não possui gerenciamento, não tem metas, indicadores, visão de futuro, não treina sua equipe. Mas também concordo que há empresas que possuem tudo isso e na primeira tempestade sua casa vai abaixo e tudo desmorona. Penso que ao homem é necessário labutar com todas as ferramentas descritas, mas que sem o sopro de Deus, nada disso adianta.
Se voltarmos ao tempo em que o Povo Judeu saiu do Egito, após mais de 3 séculos de escravidão, veremos que Deus, todos os dias, mandava o Maná, que era um alimento caído do céu para alimentar seu povo no deserto.
Sim, todos os dias o Maná caía religiosamente pela manhã. No entanto, o povo tinha que se levantar cedo e coletar o produto para sua alimentação. (Aqui usamos coletar, no sentido de se recolher aquilo que não se plantou. Aquilo que não deu trabalho. Coletar e colher podem ser usados de várias formas e sentidos, mas agricultores em geral usam o termo Colher para aquilo que se teve o trabalho de plantar, cuidar, para colher seu fruto e coletar aquilo que não se teve esse trabalho. Por exemplo, o produtor planta e cuida da soja, para depois colher, ao mesmo tempo em que o coletador vai à floresta coletar frutos silvestres).
Voltando ao Maná, se cada um não se levantasse cedo para coletar a quantidade suficiente para a alimentação diária de sua família, certamente passaria fome pois, ao sair do sol o Maná se derretia no chão e só seria possível tê-lo novamente na próxima manhã.
Então vemos que, mesmo quando Deus dá, é necessário que o homem faça sua parte.
Visto por esse lado, não posso, não quero e nunca dissociarei a EXPRESSO SOFIA do SOPRO DE DEUS.
Dia 11 de julho de 2020 estaríamos comemorando 10 anos de fundação da Expresso Sofia. Tudo já estava planejado. Convidados em sua maioria já estavam comunicados, os de longe viriam com passagem e hotel pagos pela Sofia. Buffet e Locação contratados e já sendo pagos. Os funcionários engajados na organização estavam eufóricos. Planejando comidas e bebidas, cantores, etc.
Eu particularmente, já havia convidado o Pr. Reubs da Cruz para ser o preletor da noite, devido à grande importância dele na fundação da Expresso Sofia. Também já havia convidado o Charles Dias, meu querido sobrinho e grande profissional do setor logístico do país, para ser o mestre de cerimonias.
No dia 12 de março estivemos em reunião, na cidade de Luís Eduardo Magalhães-BA, com um de nossos primeiros clientes, que também é nosso fornecedor, para elaborar as medalhas e/ou troféus que seriam distribuídos aos presentes na comemoração dos 10 anos.
No dia 14 de março de 2020, houve a premiação dos melhores do ano, organizado pela ACLEM (Associação Comercial de Luís Eduardo Magalhães-BA) e fomos agraciados com o prêmio de Melhor Empresa de Transporte no período 2018/2019. Foi muito emocionante receber esse prêmio, através de votação dos clientes, justo no ano que completamos 10 anos de existência.
Mas… em Provérbios 16:09, está escrito que “O homem planeja o seu caminho, mas Deus dirige seus passos.”
Daí, de repente chego em São Paulo dia 16 de março, e a história já era outra. Tudo estava mudando. Uma pandemia dava as caras e todo o planejado para nosso caminho tomou direção diversa.
Esse texto não existiria. Tudo seria dito no dia da comemoração.
Mas dez anos se passaram e eu preciso externar minha alegria e minha gratidão a todos que participaram e participam dessa história. Muitos estão desde o início, outros se foram por outros caminhos, outros se desviram e voltaram, muitos entraram durante o percurso, mas todos fazem parte dessa história que começou a ser dirigida por Deus muito antes que eu mesmo planejasse em meu coração.
Para melhor entender, preciso contar um pouco de como a Expresso Sofia surgiu.
Eu entrei no setor de Transportes em 1989, quando fui trabalhar na Transportadora HB, do meu querido e saudoso Bubi (Karl Richard Allers). Trabalhei na HB até 2001 quando saí para outros rumos. No entanto retornei em 2002.
Mas desde esse retorno, nada mais estava dando certo. Eu, que havia tido um bom crescimento profissional, estava me estagnando. Na verdade, mais do que estagnado estava regredindo. Por mais que me esforçasse nada surtia o efeito buscado. Em 2006 fui convidado a ir para outra empresa, com um grande projeto de expansão. Fiquei nessa empresa, que realmente não merece ter seu nome citado, até final de 2007. Quando esse grande projeto de expansão seguia firme, simplesmente fui dispensado na véspera de natal. (Aqui faço um parêntese para solicitar a qualquer um que tenha poder de demitir, que nunca, nunca mesmo, demita alguém as vésperas do natal, a não ser por causa justa, pois isso causa um sentimento desesperador na alma de quem foi dispensado).
Daí, fui convidado a levar esse projeto para uma outra empresa, mas ali, depois de 3 meses vi que não haveria futuro e caí no mundo.
Logo veio a “oportunidade de minha vida”. Fui trabalhar em um grande grupo empresarial, do “outro lado” da logística. Eu que sempre estive no setor de transporte, estava indo para o lado como contratador de transporte. De cara fui alertado por quase todos os funcionários que o sócio majoritário e presidente do grupo era uma pessoa muito difícil e quase intragável. Além disso, ele era gago. Fui contratado e logo na primeira reunião com a diretoria, eu me apresentei e me dirigi ao presidente, e disse: Sr. Maurício me desculpa se eu gaguejar, não será uma chacota ao senhor, mas certamente eu sou o mais gago. Ali surgiu uma empatia recíproca imediata. Realmente um ser difícil de se lidar, mas que viu em mim alguém que o contradizia sem medo e isso estreitou a relação. Estava no céu. Estava amando meu serviço. Via que ali seria meu último emprego e dali só sairia aposentado. Mas como disse, Deus já havia decidido dirigir meus passos.
Veio a marolinha de 2008 e tombou o barco. Fiquei até onde deu tentando ajudar a desvirar o barco. Mas eu nunca aprendi a nadar e em determinado momento estava me afogando. Tive que, em 2009, sair do mar para não morrer. Infelizmente perdi contado com esse homem que aprendi a amar.
Eu, que desde 1998 havia saído do Rio de Janeiro e já me sentia paulista fui chamado para voltar ao Rio de Janeiro. Fiquei lá por 6 meses e nunca me senti tão peixe fora d’água quanto ali. Não era minha casa, não era onde eu queria estar. Ligava a TV e via qualquer imagem de São Paulo e meu coração chorava. Estava me deprimindo.
Um dia que não sei precisar bem, início de 2010, estava na casa de uma de minhas irmãs, Maísa, conversando sobre as dificuldades da vida, quando chegou meu querido Pr. Reubs Cruz. Ele se sentou junto a nós e continuamos a conversar. Me perguntou como andava a vida e eu, que embora não faça parte de nenhuma igreja, sempre tive em Deus meu suporte e sempre tive ótima relação com Pastores de minha família. No entanto não sou muito de ter papas na língua e fui direto na resposta:
Pastor, minha vida está uma merda. Estou com raiva de Deus. Ele perguntou o porquê.
Falei que eu sabia que tinha todos os pecados e defeitos do mundo. Exceto dois: Nunca fui preguiçoso e nunca fui egoísta. E minha vida estava caminhando para o Caos, pois praticamente estive em uma única empresa por 17 anos, de 1989 a 2006 e de repente em apenas 4 anos já havia passado por 5 empresas sem conseguir me manter, e minha vida financeira que era toda regrada estava entrando em colapso. Por isso estava mesmo com raiva de Deus pois era trabalhador e sempre busquei ajudar a todos que eu podia, e de repente me via quase precisando de ajuda.
Nessa hora o Pr. Reubs sorriu e disse: “Só de sua boca mesmo para sair que está com raiva de Deus e não parecer ofensivo”. Ele continuou dizendo: “Sabe por que sua vida está dessa forma?” E antes que eu dissesse alguma coisa ele mesmo respondeu: “Sua vida está assim porque Deus está mandando, há tempos, você abrir sua própria empresa para abençoar sua vida e a de muitos outros, e você não o está obedecendo”.
Sinceramente nunca havia pensado em abrir uma empresa. No final dos anos 1.990 eu abri um pequeno negócio que não deu certo. Então não havia essa pretensão. Mas se diz, com razão, que a palavra que sai da boca, vindo de Deus, não volta vazia.
Passado algum tempo eu fui até São Paulo resolver um assunto, e passei na casa de um casal de amigos. Carlos André Genuíno e Rosangela Soares Dias. Durante uma conversa, sem que eu tivesse dito absolutamente nada sobre o ocorrido com o Pr. Reubs, o Carlos André me falou: “Vamos abrir uma empresa de Transportes?” Na época ele era dono de um restaurante muito bem posicionado. Disse que queria voltar ao setor de Transportes. Eu argumentei que não tinha capital para abrir uma empresa. Ele respondeu que venderia o restaurante, e eu entraria com o Capital de minha experiencia e ele com o dinheiro.
Daí em diante foi tudo tão rápido. Logo apareceu alguém interessado em seu restaurante, e em pouquíssimo tempo estávamos assinando o Contrato de Aluguel de uma sala comercial, no segundo andar de um prédio e o Contrato Social da Expresso Sofia Ltda, que foi registrado na Junta Comercial de São Paulo no dia 13 de julho de 2010. Nosso objetivo era trabalhar apenas com Carga fechada, o que não exigiria espaço físico de um galpão e vários funcionários. Um mês após a abertura da empresa, ainda não havíamos fechado nenhum contrato de frete. E o capital que viria da venda do restaurante, travou. O Comprador do restaurante não cumpriu com os prazos e o dinheiro não entrou. As contas iriam começar a vencer e não havia caixa para pagamento.
De repente abri o site da Caixa Econômica para verificar nossa conta corrente e na tela principal um banner começou a piscar: “Verifique se você tem FGTS a receber”. Eu sabia que não tinha nada a receber, mas a curiosidade me fez clicar. Digitei meu NIS e apareceu um saldo do ano de 1.990. que a empresa em que trabalhava havia depositado e não sei por que motivo, não foi me pago na rescisão.
Era um valor suficiente para manter a empresa por mais um mês.
Mas Deus havia dito, e se ele falou, ele há de cumprir.
De repente recebo uma mensagem via Facebook de uma amiga lá da Bahia, Vania Santana, que eu havia levado para o setor de transportes, na área comercial em 2.006. A mensagem dizia mais ou menos o seguinte: “Paulo, meu amigo, preciso de um socorro. Me indica uma empresa de Transportes que possa me atender de São Paulo para Barreiras”.
Respondi com meu número de  telefone e logo em seguida conversamos. Ela me explicou que havia aberto uma empresa junto com outro rapaz de São Paulo, mas que por alguma razão a sociedade não prosperou e ela foi deixada na mão. Tinha cargas de clientes para transportar e não havia mais a empresa.
Pedi que ela pegasse o avião e viesse até são Paulo para conversarmos, pois eu havia aberto empresa. O objetivo não era atender fracionado, mas o vento estava soprando.
Resumindo: uma semana depois estávamos procurando galpão para alugar para que mudássemos nosso foco. Ficamos menos de 02 meses na sala alugada, e não conseguimos receber de volta o valor de seguro fiança pois o dono se recusou a devolver.
Começamos a operar com o fracionado de São Paulo para o Oeste da Bahia. Como essa região é operada em quase sua totalidade com caminhoneiros terceirizados, um dia contratamos o caminhão do Gideão Gomes Dourado, que tinha caminhões próprios e um desses era agregado naquela empresa que trabalhei em 2006 e cujo dono não foi nada honesto comigo.
Ao saber que o Gideão havia feito um transporte para nossa empresa, esse empresário rompeu o contrato de agregado com o mesmo, mesmo sabendo que o caminhão utilizado não foi o que estava agregado em sua empresa.
Aproveitando a oportunidade, e por saber do potencial comercial que havia no Gideão, o procuramos para ser nosso agente na cidade de Luís Eduardo Magalhães- BA. Meio relutante ele aceitou.
Mas o vento sopra.
Devido ao novo desafio de atender ao fracionado, que exige um grande fluxo de caixa e sem ter capital de giro, entrou no circuito Cyro Kono. Amigo de longa data, em especial de Carlos André e Rosangela. Ele propôs comprar 25% das ações da Expresso Sofia e eu e Carlos não ficaríamos com o dinheiro da venda das ações, mas investiríamos a totalidade na empresa.
Algum tempo depois já estávamos carregando todos os dias para o Oeste da Bahia, mas os tempos estavam difíceis. Muita carga, nenhuma lucratividade. Já com vários funcionários, aluguéis em Guarulhos, Barreira e Luís Eduardo. Impostos diversos.
Desculpa o palavreado, mas tem que ter tutano para suportar. Não julgo quem não acha possível suportar tamanha pressão. Mas a palavra foi dita. Não voltaria vazia.
Com toda dificuldade que enfrentamos, o Carlos André, meu primeiro sócio e quem propôs abrir a empresa, resolveu que iria vender sua parte. Quem se interessou em comprar foi exatamente aquele que era nosso agente em LEM.: Gideão.
Agora a empresa tinha novos sócios: Paulo, Cyro e Gideão.
O vento soprou e passado mais um tempo, 2014, nossa primeira e principal agente em Barreiras: Vania, também resolveu sair. Fizemos todos os acertos e ela se desligou da agência, entrando em seu lugar o Alessandro Almeida que até hoje continua firme como nosso agente e representante, embora tenha sua própria empresa atendendo outro nicho do mercado logístico
2015. Crise brava. Preço prostituído pela concorrência desleal. Muita carga, nada de lucratividade. Mais funcionários, mais impostos, mais aluguéis. Dívidas de financiamentos bancários, prestações de caminhões atrasadas, inadimplência em alta. Convulsão política no país, desemprego subindo.
Mais um sócio resolveu que queria sair e seguir outro ramo de negócio. Cyro vendeu sua parte na empresa, ficando agora somente eu e Gideão. Mas as dificuldades continuaram grandes.
O que podemos fazer? Fechar a empresa? Reconhecer que nunca houve a palavra dita? Não!
Choro, oração e súplica.
Vale aqui ressaltar que durante todo esse período, sempre tivemos uma rede de pessoas que sempre confiram muito em Deus, em sua maior parte evangélicos que sempre estiveram lutando conosco, seja em oração no espectro espiritual, quanto nos ajudando na divulgação da empresa.
Chegou 2016 com todo seu vendaval. Impedimento da presidente, crise política, recessão econômica. A água estava chegando no queixo.
Reunimos todos aqueles que de alguma forma influenciavam na administração da empresa e tomamos decisões drásticas. Entre elas, deixar de pagar todos os financiamentos bancários, prestações de caminhões e só posteriormente negociar caso a caso com todos os cortes possíveis, cortar clientes deficitários, corrigir preços de fretes ao nível de mercado e não do nosso concorrente. Aqui vale ressaltar que tivemos grande colaboração até mesmo de bancos que não costumam ver o lado do devedor, em especial o Ricardo, gerente de nossa conta Bradesco. Por parte da empresa, além das atitudes firmes tomadas pelo Gideão, que sempre esteve a frente nas unidades da Bahia, no corte ou postergação de gastos, na matriz tivemos atuação firme de três pessoas: Luiz Paulo Dias, que havia sido chamado para um “estágio” em uma grande empresa estava de volta, e usou esse aprendizado para cobrar atitudes que mostrassem empenho de toda a equipe; Cláudio Dias, que com seu jeito calmo e conciliador soube coordenar toda a equipe operacional, que envolve principalmente ajudantes e motoristas; Freddy Fernando Cardenas, meu companheiro de sempre, que a frente do financeiro, em especial do contas a receber, foi fundamental, mesmo com atitudes que pareciam frias e cruéis, para o equilíbrio das contas a pagar com o contas a receber.
Conversamos com todos nossos funcionários, e propusemos um pacto de confiança e oferecemos a quem não quisesse continuar, que saísse da empresa e que negociaríamos a forma de pagar suas rescisões. Por incrível que pareça, ninguém pediu para sair, e se comprometeram a dar seu suor para que a empresa prosperasse.
O tempo passou e o vento continuou a soprar.
Chegamos em 2020. 10 anos de empresa. Ainda não estamos em céu de brigadeiro, mas certamente a empresa segue seu caminho para cumprir a palavra que foi dita lá em início de 2010. “Deus está mandando você abrir sua própria empresa para abençoar sua vida e a de muitos outros.”
Certamente como homem, temos que agir. Lutar. Em Êxodo 14, Deus não quis soprar. Era hora do homem agir: “Por que você está me pedindo ajuda Moisés? Diga ao povo que marche.” Mas eu creio dependo e espero o Sopro de Deus. Temos que edificar a casa e vigiar a cidade, mas se o sopro de Deus não estiver junto, de nada adianta. “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Salmos 127:1”
Voltando lá no início desse texto, falei do Maná que Deus enviou para alimentar o povo durante a travessia do deserto. Durante 40 anos o Maná caiu religiosamente todos os dias no alvorecer. De repente um belo dia, o povo saiu pela manhã e não havia o Maná.
Só então perceberam que haviam conquistado a terra prometida. Não era mais época de coletar, mas era época de colher ainda que a primeira colheita que ali se vislumbrava tivesse sido plantada por outros.
Daquele momento em diante, estavam na terra prometida. Era a hora de plantar e colher.
Penso que, como Expresso Sofia estamos próximos de parar de coletar o Maná diariamente, e colhermos o que temos plantando nesses 10 anos.

Então eu quero agradecer:
Por esses 10 anos, quero agradecer aos meus saudosos pais Octacílio Dias e Therezinha da Costa Dias, que desde muito cedo me ensinaram que não podemos nos esconder da face de Deus, e mesmo pecando e errando todos os dias, temos que ter fé e perseverança.
Por esses 10 anos, quero agradecer ao Pr. Reubs por sua palavra profética e suas orações;
Por esses 10 anos, quero agradecer a todos meus familiares e mesmo sabendo que posso cometer a imprudência de esquecer alguém, quero citar minas irmãs Fatima, Marlene, Maísa, Magali, Claudia, meu irmão Cláudio, além de todos os demais irmãos,  sobrinhos, sobrinhas, tios, cunhados, cunhadas, primos, etc. que oram e torcem pelo nosso sucesso. Por parte da Família do Gideão, agradecer a Jordana que desde sempre esteve na nossa equipe, a seus pais José Gomes e Maria Elvira e seu irmão, que posso chamar meu grande amigo, Josédio Dourado, além de suas demais irmãs, sobrinhas, primos, etc…
Por esses 10 anos, quero agradecer a todos aqueles que em nome de Deus oraram pela empresa e por mim, em especial aos membros das igrejas Batista de Pirai, Assembleia de Deus de Luís Eduardo Magalhães-BA, na pessoa do Pr. Edivan Carvalho, Assembleia de Deus de Lagoa da Confusão -TO nas pessoas do Pr. Lucas Carvalho e sua esposa Inês Carvalho, que durante um bom tempo também fizeram parte da equipe Sofia, e todos aqueles que mesmo não sendo membros de nenhuma igreja, como eu não sou, dedicaram um segundo que seja de suas orações a mim.
Por esses 10 anos, quero agradecer a amigos feitos na caminhada e também cometendo a imprudência de esquecer alguém exaltar amizade de Alexandre Meassi, Jother Arcanjo, Daniel Kuhn, Marcelo Marchezan, Claudionor Machado, Tadeu Santos, Tatiana Allers, Alexandre Menezes, Ronaldo Rios entre tantos outros, que com suas amizades mostraram caminhos, corrigiram rotas, apresentaram soluções;
Por esses 10 anos, quero agradecer nossos agentes que sustentam nossa marca;
Por esses 10 anos, quero agradecer aos caminhoneiros terceirizados, brava categoria, que transporta nossas cargas com seus caminhões;
Por esses 10 anos, quero agradecer a todos que passaram pela empresa, e aqui foram citados, como Carlos André, Vania, Cyro;
Por esses 10 anos, quero agradecer a todos nossos clientes que são nossa força motora e incentivo para continuar;
Por esses 10 anos, quero agradecer a todos os funcionários que passaram pela empresa e que não mais fazem parte desse corpo;
Por esses 10 anos, quero agradecer ao Gideão, meu sócio atual e espero: para sempre;
Por esses 10 anos, quero agradecer a todos os funcionários que hoje tocam essa empresa juntamente com seus sócios, e que sei, dedicam todo esforço e amor. A esses dedico especial atenção, externando seus nomes, que seguem se possível e se não falhar minha memória, por ordem de entrada na empresa, e se por acaso eu falhar nessa ordem, peço desde já perdão:
Luiz Paulo Dias Sabino, Claudio da Costa Dias, Freddy Fernando Cardenas Soto, Jordana Dourado, Adriana Fernandes, André Gomes, Edvan Rodrigues, José Ederaldo, Ciro Paulino, Hideo Pedroso, Lidiane Sobreira, Jeferson Fermino, Antônio Neto, José Ferreira, Romulo Pierre, Roseane Messias, Nayhara Santos, João Alves, Paulo Henrique, Luís Carlos, Tamara Queiroz, Paulo Ferreira, José Adriano, Dijomaik Pinheiro, Carlos André Genuíno, Juliano Oliveira, Gideão Dario, Cristiane Costa, Gilmar Oliveira, Diego Fernandes, Rafael Silvestre, Karen Fioretti, Clayton Santos, Diogo da Silva, Ana Paula, Edson da Silva e Maxi Paulo.
E em especial por esses 10 anos de EXPRESSO SOFIA LTDA, QUERO DAR TODA HONRA E TODA GLÓRIA A DEUS, A SEU FILHO JESUS CRISTO E AO ESPÍRITO SANTO QUE TEM NOS GUIADO EM SUA DIREÇÃO.
E que o Sopro de Deus que abriu caminho no deserto, que separou as águas do Mar Vermelho e do Rio Jordão, continuem soprando e abrindo os caminhos da Expresso Sofia.
E que daqui há 10, 20, 30 40 anos, mesmo eu não estando mais aqui, outros possam contar a continuação dessa história.
Guarulhos, São Paulo – Brasil. Julho de 2020.

Sobre nós

Somos A Expresso Sofia, uma empresa especializada no ramo de Transporte e Logística, que atua em todo território nacional, principalmente nas regiões de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, DF e Oeste Baiano.

Serviços

Solicite-nos um Orçamento

©Todos os direitos reservados  www.expressosofia.com



    You have successfully subscribed to the newsletter

    There was an error while trying to send your request. Please try again.

    Expresso Sofia will use the information you provide on this form to be in touch with you and to provide updates and marketing.